Na AJúlio Rent-a-Car, alugar uma viatura vai muito além de entregar chaves. É sobre rapidez, proximidade e um serviço pensado à medida de quem precisa de mobilidade sem complicações.
Nesta conversa, Henrique Ventura partilha a visão, os desafios e a forma como a equipa trabalha diariamente para simplificar processos, responder a um cliente cada vez mais exigente e diferenciar a AJúlio num mercado altamente competitivo, onde, no fim, são sempre as pessoas que fazem a diferença.
O que diferencia a AJúlio Rent-a-Car das restantes empresas de aluguer de viaturas?
Acima de tudo, tentamos simplificar a vida ao cliente. Não queremos que ele se adapte a nós, queremos adaptar-nos a ele, seja na entrega da viatura, no contacto ou na rapidez do processo.
Trabalhamos muito bem os serviços à volta do aluguer, o que nos permite ter preços competitivos sem cortar na qualidade. No fundo, não queremos ser só mais uma rent-a-car barata.
O cliente hoje é mais exigente do que antes?
Sem dúvida. Hoje o cliente quer tudo rápido, claro e sem surpresas. Já não tem paciência para burocracias nem para letras pequenas. E compara muito mais: vê preços online, lê reviews, e chega já com uma expectativa alta.
Notou mudanças no comportamento dos clientes com a introdução de novos tipos de viaturas no mercado, (ex: veículos elétricos)?
Sim, há algumas mudanças. Os elétricos trouxeram mais curiosidade e há clientes que já procuram esse tipo de solução, sobretudo em cidade.
No entanto, ainda existe alguma resistência, devido a questões como autonomia, carregamentos e, por isso, não substituem totalmente os carros tradicionais.
Outra mudança importante é a escassez de viaturas a diesel no mercado. Cada vez há menos oferta e isso também influencia as escolhas dos clientes, principalmente para quem faz muitos quilómetros.
Que tipo de viaturas têm mais procura?
As económicas continuam a ser as mais procuradas, principalmente em questões de preço. Temos cada vez mais procura por automáticas e SUVs, sobretudo pelo conforto e turismo.
Há, também, uma tendência clara de crescimento na tipologia comercial, como por exemplo, nas carrinhas de carga, muito ligadas a pequenas empresas e necessidades pontuais.
Quais são os maiores desafios atualmente?
O mercado está muito competitivo e os preços têm vindo a descer, enquanto os custos continuam altos, isso obriga-nos a ser mais eficientes.
Manter um bom nível de serviço em todas as localizações é também um desafio, bem como a gestão de risco, desde danos, a incumprimentos.
Já tiveram situações de carros desaparecidos ou roubados?
Sim, já tivemos várias situações de viaturas não entregues, em que foi necessário recorrer às autoridades para conseguir recuperar os carros.
Isso obrigou-nos a reforçar bastante os nossos processos de segurança, como por exemplo, a exigência de cartão de crédito para o aluguer, entre outras medidas de controlo.
O que o mantém motivado?
O desafio de fazer crescer o negócio e não ficar parado.
Gosto de testar ideias novas, melhorar o serviço e encontrar formas de nos diferenciarmos. Isso acaba por ser o que nos faz evoluir.
Acima de tudo, a equipa que temos e os parceiros com quem trabalhamos, isso sim faz toda a diferença no dia a dia e é o que nos permite manter um bom nível de serviço. No fim do dia, são as pessoas que fazem o negócio andar.
