Cintos de segurança passam a ser alvo de furtos. Atenção à segurança do seu veículo!
Os furtos automóveis passam por uma evolução preocupante: os ladrões já não se limitam a roubar veículos inteiros. Agora, o alvo são também componentes valiosos como faróis, jantes, catalisadores, bancos traseiros… e cintos de segurança.
Num ranking feito recentemente na Europa, os faróis continuam a ser o componente mais roubado, seguem-se os catalisadores e as jantes em liga leve. Recentemente têm sido os bancos traseiros, que muitas vezes são vendidos depois para instalar em carros Van, modelos que ainda se vão vendendo na Europa. Depois dos bancos, a nova tendência de roubo na Europa são… os cintos de segurança. É verdade, roubam-se cintos de segurança de automóveis para voltar a instalar noutros automóveis.
Este tipo de furto tornou-se uma nova tendência em várias cidades europeias, especialmente em carrinhas comerciais, pois os suportes já vêm instalados de fábrica: basta remover os retratores e pré-tensores, mesmo sem ferramentas sofisticadas, para tornar o veículo novamente funcional.
Além da frustração, esta é uma ocorrência rara de conseguir seguro. Muitas apólices não cobrem furtos de componentes individuais, sobretudo se o veículo não estiver equipado com um sistema antirroubo específico.

Nissan GT-R R35 despede-se após 18 anos de produção, mas o legado continua
O icónico Nissan GT-R R35, introduzido em 2007, saiu de produção após 18 anos, com a última unidade a ser produzida na fábrica de Tochigi, no Japão. Esta edição final é uma Premium Edition T-Spec na cor “Midnight Purple”, destinada a um cliente japonês.
No total, foram fabricados cerca de 48 000 modelos R35, a geração mais duradoura e bem-sucedida da história do GT-R. Há poucas vendas em aberto, mas é o fim de uma era para este desportivo lendário.
Mesmo com este encerramento, a Nissan confirmou que não se trata de um adeus definitivo. O CEO Ivan Espinosa assegura que o nome GT-R voltará a brilhar no futuro, embora ainda sem planos concretos revelados.

UE propõe eliminar tarifas sobre bens industriais dos EUA para permitir cortes nas taxas sobre automóveis europeus
A União Europeia apresentou uma proposta legislativa para eliminar as tarifas sobre bens industriais importados dos Estados Unidos. Em contrapartida, os EUA reduziriam de 27,5% para 15% as tarifas aplicadas a automóveis fabricados na Europa, retroativas a 1 de agosto.
Esta iniciativa faz parte de um acordo mais vasto com o intuito de evitar uma escalada tarifária e uma potencial guerra comercial. No âmbito do acordo, a UE compromete-se também com a compra de produtos energéticos norte-americanos e a criação de condições mais favoráveis para exportadores agrícolas dos EUA.
A proposta ainda carece da aprovação do Parlamento Europeu e dos 27 Estados-membros da União. Uma vez formalizada, espera-se que os cortes tarifários entrem em vigor de forma imediata.
